O distrito de Santa Maria de Campos convive há anos com personagens folclóricos que se autointitulam “representantes do povo”, mas cuja atuação se resume a discursos vazios, polêmicas artificiais e exploração oportunista do descontentamento popular.
Em vez de propostas concretas, o que se vê é a repetição de boatos, acusações genéricas e uma busca constante por visibilidade política, sempre orbitando conveniências e nunca soluções.
A comunidade já começa a perceber que barulho não é trabalho, e que quem vive apenas de pedir, cobrar e aparecer raramente entrega algo de fato. Santa Maria precisa de ação, não de personagens.